CAPÍTULO 3
Resposta na luz
- Oh meu deus! Quer dizer então que aquele punhado de túmulos que se encontra logo mais ao norte não faz parte de um cemitério!? Aquele local é realmente onde sua tribo fora extinta!? Que terror abissal!
E quem são essas criaturas que a rodeiam!?
- Bem, deixe-me explicar. Quando me recobrei e vi toda devastação, perdi meu chão. Fiquei totalmente desolada. Senti-me fria e sozinha. Porém não tive muito tempo para reflexões, pois logo pude perceber as magias sendo invocadas e lançadas ali perto. O combate se dava a oeste. Decidi tomar o rumo contrário.
Adentrei a densa floresta e encontrei uma estreita caverna, onde fiz morada por 5 noites e 5 dias. Nesse tempo, cogitei meu suicídio de diversas maneiras, mas nenhuma delas me faria mais digna. Foi quando me surgiu uma ideia que, por mais loucura que fosse, era talvez minha única chance de rever minha família...
- O feitiço da ressurreição dos mortos!?
- Sim! Claro, com os Elfos vivendo tão próximos a mim e agora que muitos deles estavam sendo mortos nas batalhas, com certeza eles fariam das tribos locais unidades de guerra. Por ser mulher e ser tão frágil, achei que me colocariam na horda dos magos. Pelos deuses, eles haviam vencido a batalha, mas não a guerra. Desesperados e receando a volta dos Dilaceradores, me aceitaram de prontidão, mas eu senti logo que não era aquilo que eu esperava.
Os primeiros dias foram extremamente rápidos, tal qual eu deveria aprender um monte de magias e a dominá-las também. Mas, com o passar das semanas, os Elfos-Bruxos perceberam que não haveria mais guerra. Comecei a perceber seus olhares maliciosos para cima de mim. Cada vez que eu me descuidava e revelava alguma parte a mais do meu corpo, sentia seus hormônios a flor da pele e via como seus olhos consumiam o meu corpo. Eu já estava ali. Não pretendia fugir. Com o que haveria de acontecer, tomei proveito da situação.
Eu queria me aprofundar o máximo possível nas habilidades de magia branca e só uma criatura ali poderia me ensinar isso. Fui ter então com o Elfo chefe, o majestoso Dan Searl, e me pedi que me ensinasse o zênite dos ensinamentos da magia branca: O feitiço da ressurreição dos mortos. Em troca, eu o daria meu corpo noites e noites, até que enfim eu pudesse dominar o feitiço.
O ancião, sedento de luxúria e prazer, acordou instantaneamente, o que pra mim fora um alívio. Ele pervertidamente me chamava de Crepúsculo Vespertino, tal qual meu cabelo era ruivo e meu corpo nu lindo e deleitoso de se ver. Mas como o feitiço era o pico da hierarquia, demorei esses dois anos em treinamento. Porém, após isso, até que enfim me encontrava mais uma vez onde se localizava a minha aldeia. Somente jazia ali a vasta imensidão de túmulos, que o senhor citara anteriormente. Bem, então eu estava pronta pra invocar a minha querida família à vida.
Resposta na luz
- Oh meu deus! Quer dizer então que aquele punhado de túmulos que se encontra logo mais ao norte não faz parte de um cemitério!? Aquele local é realmente onde sua tribo fora extinta!? Que terror abissal!
E quem são essas criaturas que a rodeiam!?
- Bem, deixe-me explicar. Quando me recobrei e vi toda devastação, perdi meu chão. Fiquei totalmente desolada. Senti-me fria e sozinha. Porém não tive muito tempo para reflexões, pois logo pude perceber as magias sendo invocadas e lançadas ali perto. O combate se dava a oeste. Decidi tomar o rumo contrário.
Adentrei a densa floresta e encontrei uma estreita caverna, onde fiz morada por 5 noites e 5 dias. Nesse tempo, cogitei meu suicídio de diversas maneiras, mas nenhuma delas me faria mais digna. Foi quando me surgiu uma ideia que, por mais loucura que fosse, era talvez minha única chance de rever minha família...
- O feitiço da ressurreição dos mortos!?
- Sim! Claro, com os Elfos vivendo tão próximos a mim e agora que muitos deles estavam sendo mortos nas batalhas, com certeza eles fariam das tribos locais unidades de guerra. Por ser mulher e ser tão frágil, achei que me colocariam na horda dos magos. Pelos deuses, eles haviam vencido a batalha, mas não a guerra. Desesperados e receando a volta dos Dilaceradores, me aceitaram de prontidão, mas eu senti logo que não era aquilo que eu esperava.
Os primeiros dias foram extremamente rápidos, tal qual eu deveria aprender um monte de magias e a dominá-las também. Mas, com o passar das semanas, os Elfos-Bruxos perceberam que não haveria mais guerra. Comecei a perceber seus olhares maliciosos para cima de mim. Cada vez que eu me descuidava e revelava alguma parte a mais do meu corpo, sentia seus hormônios a flor da pele e via como seus olhos consumiam o meu corpo. Eu já estava ali. Não pretendia fugir. Com o que haveria de acontecer, tomei proveito da situação.
Eu queria me aprofundar o máximo possível nas habilidades de magia branca e só uma criatura ali poderia me ensinar isso. Fui ter então com o Elfo chefe, o majestoso Dan Searl, e me pedi que me ensinasse o zênite dos ensinamentos da magia branca: O feitiço da ressurreição dos mortos. Em troca, eu o daria meu corpo noites e noites, até que enfim eu pudesse dominar o feitiço.
O ancião, sedento de luxúria e prazer, acordou instantaneamente, o que pra mim fora um alívio. Ele pervertidamente me chamava de Crepúsculo Vespertino, tal qual meu cabelo era ruivo e meu corpo nu lindo e deleitoso de se ver. Mas como o feitiço era o pico da hierarquia, demorei esses dois anos em treinamento. Porém, após isso, até que enfim me encontrava mais uma vez onde se localizava a minha aldeia. Somente jazia ali a vasta imensidão de túmulos, que o senhor citara anteriormente. Bem, então eu estava pronta pra invocar a minha querida família à vida.